Toda vez que sai um modelo novo de IA, a internet entra em pânico: "dessa vez sim, vamos ficar sem emprego". Spoiler: continuamos aqui. A pergunta de fundo não é se a IA é poderosa (e ela é), mas sim o que realmente acontece com o nosso trabalho quando uma ferramenta escreve código. Foi sobre isso que conversamos com Julián Castro nesta Howdy Session.
A pergunta que todo developer se faz (baixinho)
Vamos ser honestos: já passou pela cabeça de todo mundo. Você vê um modelo gerar em segundos algo que levaria uma tarde inteira para você fazer, e alguma coisa aperta no estômago. Mas vale a pena separar o barulho da realidade. A IA é rapidíssima executando, sim; a questão é que executar não é a mesma coisa que decidir.
3 motivos pelos quais (ainda) não te substituem
Julián resume sem rodeios: a IA ainda não entende o contexto completo de um negócio, não assume as consequências de uma decisão e não substitui o critério que se constrói com anos de erros e aprendizados. Ela pode escrever a função; não consegue saber se essa função é o que o produto precisa. É aí, no "por quê" e não no "como", que o seu trabalho continua sendo seu.
O que fazer com isso se você é developer
A conclusão não é relaxar, é se mover de outro jeito. Os developers que vão sair na frente não são os que competem com a IA digitando mais rápido, e sim os que a usam como mais uma ferramenta e sobem um degrau: entender o problema, desenhar a solução, tomar decisões. Na Howdy, apostamos justamente nesse perfil, que combina critério técnico com vontade de crescer.
Assista à Howdy Session completa
Aperte o play na conversa com Julián Castro para ouvir os 3 motivos com os exemplos dele. E se você é developer na América Latina e quer crescer trabalhando remoto com os melhores times, a Howdy está te procurando: conheça nossas oportunidades.




