Na quinta-feira, 20 de agosto, a Howdy foi patrocinadora do Golang SP Meetup na Reserva Cultural Paulista, na São Paulo. Na noite do evento, pipoca e bebidas na entrada foram o primeiro sinal de que aquele não seria só mais um meetup técnico.
Duas palestras, duas formas diferentes de pensar Go
Carlos Gandarez abriu a noite com "AI-powered selfie verification", o case da Lavvo sobre como construíram um sistema de verificação facial com inteligência artificial. Depois subiu Jeff Prestes com "Go Programming Done by AI Agents", uma palestra sobre o que acontece quando você deixa agentes de IA escreverem código Go, e quais controles esse fluxo precisa para não quebrar nada em produção.
Dois ângulos diferentes da mesma pergunta que ronda qualquer comunidade de developers este ano: quanto do trabalho do dia a dia já é mediado por IA, e o que continua sendo puramente humano.

O que as pessoas lembram não é a logística
Quando perguntamos aos participantes o que eles levaram do evento, a resposta se repetiu: tudo pareceu cuidado do começo ao fim. Pipoca e bebidas na porta, cerveja e comida depois das palestras. Nada exagerado, tudo pensado.
Mas o inesperado foi outra coisa: os adesivos. As pessoas não só pegaram, ficaram para falar sobre a arte. Um detalhe pequeno que diz bastante sobre como se constrói um evento que as pessoas realmente curtem. Uma boa palestra técnica sozinha não basta. Cada momento da noite precisa desse mesmo cuidado.
O que a Golang SP disse
A organização da Golang SP deu nota 5 de 5 para a produção e logística do evento, com 100% de satisfação. Quando perguntamos sobre a comunicação com a Howdy antes e durante o meetup, a resposta foi direta: "muito clara e organizada". Disseram sim para futuros eventos juntos e sim, recomendariam a Howdy sem pensar duas vezes.
As mensagens que chegaram depois foram ainda mais diretas. "Obrigado a vocês.", "Muito obrigado pela parceria.", "Conta conosco." Não precisa traduzir o tom. É isso que fica quando um evento dá certo: não uma pesquisa de satisfação, mas gente que escreve no dia seguinte para dizer que se divertiu.
O Golang SP Meetup confirmou algo que já vínhamos vendo em outras cidades: quando a comunidade técnica se reúne em torno de algo concreto, nesse caso a linguagem que todo mundo usa no dia a dia, e o evento é bem organizado, ninguém precisa vender nada. As pessoas aparecem por conta própria. São Paulo tem uma comunidade Go que responde, e essa foi só a primeira vez que sentamos com eles.




