Durante anos, acreditamos que a criatividade era o último refúgio humano diante das máquinas. Depois chegaram modelos que escrevem, desenham e programam, e a fronteira se moveu. Uma IA pode ser criativa de verdade, ou só parece? Carlos Santana Vega mergulhou nessa pergunta nesta Tech Talk.
Uma década de IA em poucos minutos
Carlos faz um percurso que ajuda a colocar as coisas em perspectiva: de onde viemos e com que velocidade avançamos. Spoiler: muito do que hoje parece normal era ficção científica há dez anos. Entender essa curva é essencial para não se surpreender (nem se assustar) com o que vem por aí.
Visão computacional, linguagem e modelos generativos
A conversa se organiza em três frentes que estão redefinindo a tecnologia: a visão computacional, a geração de linguagem e os modelos generativos. Cada uma delas já está dentro de produtos que você usa todos os dias, muitas vezes sem perceber. Olhar para cada uma separadamente ajuda a entender o que há por trás do "a IA faz de tudo".
Quanto disso já é realidade?
A pergunta que a conversa deixa é honesta: quanto já está aqui e quanto ainda falta? Para um developer, a resposta importa porque define o que aprender hoje. E a conclusão é animadora: existe muitíssimo espaço para construir, e é preciso gente com critério para fazer isso bem. Na Howdy, buscamos justamente esses perfis.
Assista à Tech Talk completa
Aperte o play para o percurso completo de Carlos Santana Vega pela IA e a criatividade. E se você quer construir o futuro da tecnologia trabalhando remoto com times de alto nível, conheça as oportunidades na Howdy.




